Fim de semana de Páscoa marcado por dois assassinatos em Imperatriz

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Os últimos dias de março, que marcaram o fim de semana da Semana Santa, foram de violência em Imperatriz aumentando as preocupantes estatísticas sobre a segurança pública na região.

Um dos casos foi no bairro Sebastião Régis. Foi identificado como sendo de Rodrigo Ribeiro da Silva, de 21 anos, o corpo encontrado em um matagal, no bairro.

O corpo foi encontrado no fim da manhã do domingo de Páscoa (31), mas a suspeita é que crime tenha sido cometido por mais de uma pessoa ainda no sábado. Neste caso, o homem foi morto a pauladas e pedradas.

Ninguém foi preso até o momento e a motivação do crime também segue sendo investigada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Imperatriz.

Outro caso foi a morte de Marcelo Sousa Barros, de 19 anos, baleado na tarde deste sábado (30), na rua Frei Caneca, no bairro São José, em Imperatriz.

A vítima chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Municipal de Imperatriz, mas não resistiu aos ferimentos. Agora, a polícia segue investigando o caso para identificar o autor e a motivação do crime.

Março foi o mês mais violento de 2024, até o momento, com 18 assassinatos. Entre 01 de janeiro e 31 de março foram 38 homicídios nos bairros de Imperatriz.

ABUSO SEXUAL: Voluntário de asilo suspeito de estuprar idosa é preso em Imperatriz

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30/10/2023 19:41 em Policial

Após o crime, o homem fugiu, más foi localizado e preso horas depois.

Reprodução

 

No último domingo (29), um homem, suspeito de estuprar uma idosa, de 69 anos, foi preso em Imperatriz. De acordo coma polícia, ele era voluntário no Lar São Francisco, uma instituição voltada para cuidados com pessoas idosas, localizado no bairro Nova Imperatriz.

 

O suspeito, que não teve sua identidade revelada, foi flagrado por funcionários, mas conseguiu fugir. Ele foi preso horas depois do crime pela Polícia Militar, encontrado na sua sua própria residência e, em seguida, apresentado na Delegacia Regional.

 

A vítima foi levada ao Instituto Médico Legal (IML). Na sequência, ela foi encaminhada para um hospital da cidade, onde recebeu atendimento médico.

 

A Polícia Civil, responsável por investigar o caso, deve colher depoimentos de outras testemunhas ainda nesta segunda-feira (30).

Homem é assassinado e a polícia consegue prender os assassinos em Imperatriz

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Vítima do crime desta quarta-feira (27)
Vítima do crime desta quarta-feira (27)

A situação da segurança pública continua preocupando em Imperatriz com a ocorrência de mais crimes e casos que deixam a comunidade preocupada, como mais um homicídio.

A vítima foi identificada como Caleb Alencar. A Polícia Militar prendeu um homem e apreendeu um adolescente por um assassinato na rua São José, no bairro Nova Imperatriz, na noite desta quarta-feira (27).

A PM disse ainda que a vítima estava em uma casa quando foi abordada pela dupla. Os criminosos atiraram e Caleb ainda foi socorrido, mas não resistiu. Um policial militar estava passando próximo ao local do crime e ouviu os tiros.

O PM viu a dupla saindo de uma casa e perseguiu os dois envolvidos. Uma guarnição do 3º Batalhão de Polícia Militar chegou rápido e conseguiu levar os dois para a delegacia.

Segundo a Polícia Civil, Caleb tinha várias passagens pelo sistema prisional incluindo crimes como, tráfico de drogas, porte de arma de fogo e roubo. A principal suspeita é que o crime tenha sido acerto de contas. Mesmo com a prisão e a apreensão, o crime segue sendo investigado.

MAIS AÇÕES DA POLÍCIA:

A polícia identificou o homem apontado como assassino de Vagner Ricardo de Oliveira Pereira, de 25 anos, no bairro Leandra, em Imperatriz, no dia 4 de dezembro de 2023. O acusado já estava preso na Unidade Prisional de Davinópolis pelo crime de roubo, agora ele foi transferido para a Unidade prisional de Imperatriz, e responderá também pelo crime de homicídio.

As investigações apontam que no dia do crime, o investigado, de 24 anos, que não teve a identidade revelada, chegou acompanhando de dois homens, em um carro roubado. A vítima estava na porta de casa, e após os primeiros disparos, tentou fugir, mas foi encurralada no banheiro e atingida por vários tiros, um deles na cabeça.

Ainda na quarta-feira (27) a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa apreendeu uma arma que, segundo as investigações, foi usada em um crime em abril de 2023, no bairro Cinco irmãos. O crime foi um latrocínio. A polícia segue investigando o caso.

Polícia apura causas de acidente fatal na BR-010 em Imperatriz

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Mais um acidente de trânsito fatal chama atenção em Imperatriz para os riscos constantes na BR-010, principalmente, nos horários de maior movimento, como início da manhã e final do dia.

Uma motociclista morreu atropelada por uma carreta na BR-010, próximo à entrada de acesso à Estrada do Arroz, em Imperatriz, na noite de terça-feira (16).

A vítima foi identificada como Izabela Assunção. Ela estava retornando do trabalho, quando o acidente ocorreu. O trânsito ficou parado nos dois sentidos da rodovia por causa do acidente, causando um longo congestionamento durante a noite de ontem.

A Polícia Rodoviária Federal começou a apurar as causas do acidente momentos após a tragédia acontecer e, segundo as primeiras informações, é provável que o pneu da moto em que ela estava tenha derrapado na pista e, em seguida, ela caiu e houve o atropelamento.

A morte da jovem causou grande comoção na cidade e região. A TV Nativa lamenta e se solidariza com familiares e amigos.

Delegacia de homicídios intensifica investigações após fim de semana violento em Imperatriz

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Delegacia de Homicídios de Imperatriz
Delegacia de Homicídios de Imperatriz

O fim de semana, entre os dias 19, 20 e 21 foi muito violento em Imperatriz com quatro assassinatos. Entre as linhas de investigações para os crimes estão sequestro, latrocínio e acerto de contas.

O caso do sequestro teve como vítimas de homicídios os dois sequestradores, que morreram em confronto com a Polícia enquanto eram perseguidos na tentativa das forças de segurança resgatarem o refém, que também é policial militar e acabou ferido durante o confronto entre os PMs e os bandidos.

A polícia identificou como Magno Ferreira Carneiro, à esquerda, e Rafael da Silva Soares, à direita, os dois criminosos mortos em confronto policial, conforme a imagem abaixo.

Outro caso que também chama atenção é do jovem morto na rua 8, no Parque São José em Imperatriz. As investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Imperatriz apontam que Yaks Sousa, de 21 anos, morto a tiros no Parque São José, na madrugada de sábado (20), foi vítima de latrocínio, que é roubo seguido de morte.

Jovem morto vítima de latrocínio
Jovem morto vítima de latrocínio

Segundo a polícia, a vítima teve a moto e o celular levado pelos criminosos. O veículo foi recuperado pela polícia e levado para o Plantão Central da cidade. As investigações continuam e até agora, nenhum suspeito foi preso.

O caso a mais que está sendo investigado é a morte do adolescente de 17 anos identificado como Samuel. Ele foi morto na noite de sábado (20), na rua São José, no Parque Alvorada II. O jovem já havia sofrido duas tentativas de homicídio, havia saído da cidade e retornado há pouco tempo.

Neste caso, a polícia teve uma ação rápida e prendeu os assassinos ainda na madrugada de domingo. O caso segue sendo investigado. Agora, todos os procedimentos dos crimes são de responsabilidade da Delegacia de Homicídio e Proteção á Pessoa de Imperatriz.

Homem vai à júri popular por ter matado a própria esposa por envenenamento em Gov. Edison Lobão

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O Ministério Público do Maranhão leva a júri popular nesta segunda, 18, Moisés Pereira Cruz por ter assassinado a ex-companheira envenenada, ainda no ano de 2022, no Povoado Bananal, próximo a Imperatriz. A motivação do crime foi a descoberta de que o réu estuprava as filhas da vítima – suas enteadas. Para que não fosse denunciado, Moiséis envenenou a companheira com a substância Terbufós, conhecida por ‘chumbinho’.

A acusação é feita pelo titular da 8ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, promotor de justiça Tiago Quintanilha. A sentença para o crime de homicídio qualificado é de 12 a 30 anos, podendo ser aumentada em 2/3, devido à tipificação de feminicídio, que aumenta a pena do acusado no momento da sentença, além de ter sido praticado por motivo torpe, com emprego de veneno mediante dissimulação e para assegurar a ocultação e a impunidade de outro crime.

De acordo com as investigações, o histórico de convivência na casa do réu era de violência doméstica, com agressões físicas, violência psicológica e estupro. Moiséis agredia a companheira e estuprava as enteadas que eram ameaçadas e obrigadas a manterem silêncio sobre os abusos. A vítima tinha o intuito de se separar, mas tinha medo do que o companheiro pudesse fazer a ela.

Moiséis envenenou a esposa colocando o ‘chumbinho’ em um açaí, que a vítima bebeu logo após que chegou da igreja. Apesar de ter sido socorrida, a ex-companheira já chegou à UPA sem vida. Na ocasião, foi declarada a causa da morte por infarto. A descoberta da real causa do óbito só veio à tona por causa da desconfiança do irmão da falecida, que solicitou às autoridades uma investigação sobre a causa mortis de sua irmã. Após as investigações, foi encontrada a substância em posse de Moiséis, que no dia do envenenamento, se esquivou de chamar socorro.

Além de ser julgado pelo feminicídio, o réu também responderá em outro processo pelos crimes de estupro de vulnerável e falsificação de documento público.

Alteração da Pena de Feminicídio

Em outubro deste ano foi aprovada a alteração do Código Penal que transforma o feminicídio em crime autônomo, desvinculando-o como tipo de homicídio qualificado e aumentando para 20 a 40 anos o tempo de prisão, com acréscimo de 2/3 da pena se houver qualificadoras já listadas pelo Art. 121. No entanto, a nova regra só vale para os crimes cometidos depois que foi publicada a alteração, que é do mês passado.

Redação: Iane Carolina (CCOM MPMA)

Homem que matou a ex e uma funcionária dela vai a júri popular em Imperatriz

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À esquerda, a vítima Rayanne, ao centro o réu Wlisses, à direita, a vítima Iraildes.
À esquerda, a vítima Rayanne, ao centro o réu Wlisses, à direita, a vítima Iraildes.

Dois dos casos de feminicídios de maior repercussão nos últimos anos terá uma resposta da justiça ainda nesta semana. O julgamento está marcado para esta quarta-feira (29) no Fórum de Justiça Henrique de La Rocque, em Imperatriz.

O réu é Wlisses Lima Lucena, acusado de matar a tiros a ex-namorada, Rayanne da Silva Morais, de 29 anos, em um salão de beleza, em Imperatriz. Ele vai a júri popular conforme solicitação e denúncia do Ministério Público Estadual.

O crime aconteceu em 16 de novembro de 2021, no bairro Nova Imperatriz, a vítima era dona do salão de beleza. Uma funcionária dela, Iraildes das Neves Nascimento, também foi baleada e morreu.

Na época, após cometer o crime, o acusado fugiu e uma cassada foi iniciada na cidade e região na tentativa de capturá-lo. Wlisses foi preso na Avenida Jacob, no bairro Vila Redenção II, horas após o crime.

As investigações apontam que o acusado não se conformava com o fim do relacionamento. Wlisses havia feito várias ameaças a Rayanne, que chegou a denunciar o homem à polícia e conseguiu medida protetiva contra ele, mas o acusado não respeito e cometeu o crime.

Ele será julgado por duplo feminicídio conforme determina a Lei Maria da Penha. Você vai seguir todos os detalhes do julgamento na programação da TV Nativa.

Homem é condenado a mais de 51 anos de prisão por feminicídio, homicídio e tentativa de assassinato

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Homem condenado pelos crimes
Homem condenado pelos crimes

Terminou agora a pouco, nesta noite de 29 de novembro, o julgamento de Wlisses Lucena, acusado de feminicídio contra a ex-namorada e ainda pelo homicídio contra a funcionária dela e pela tentativa de homicídio contra uma terceira mulher que também estava no salão de beleza em que os crimes aconteceram em novembro de 2021.

Todas as acusações do Ministério Público foram acolhidas pelo júri popular e o réu foi condenado a 51 anos, um mês e 15 dias de prisão em regime fechado pelos três crimes cometidos: feminicídio, homicídio qualificado e tentativa de homicídio.

A acusação foi feita pelo titular da 8ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, Thiago Quintanilha, com o auxílio do titular da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, Carlos Róstão.

O crime chocou toda a região na época pela violência do caso. De acordo com a acusação, Wlisses atirou nas funcionárias da ex-namorada para não deixar testemunhas do crime.

Rayane Silva Morais era a ex do condenado que já o havia denunciado pelas ameaças e tinha medida protetiva contra ele. A outra vítima fatal foi Iranildes das Neves do Nascimento, que trabalhava como diarista no salão de beleza que pertencia a Rayane e foi o local do crime.

A terceira vítima chegou a ser baleada e, segundo a polícia, só sobreviveu porque se fingiu de morta até a fuga do assassino. Ela foi socorrida e conseguiu de recuperar.

No dia do crime, Wlisses chegou a fugir, mas foi preso horas depois, no mesmo dia do crime, na região da Vila Redenção em Imperatriz.

Violência: Fim de semana com três homicídios em Imperatriz

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O fim de semana foi marcado por crimes de grande repercussão em Imperatriz e região tocantina. Homicídios e tentativas de homicídio que deixaram a comunidade assustada.

O primeiro homicídio do fim de semana aconteceu na Vila Jackson Lago, do Grande Bom Jesus, em Imperatriz: 

A polícia prendeu no final da noite da sexta-feira (23), o casal envolvido no assassinato de um jovem, identificado apenas como Eduardo Franco, de 23 anos. O jovem foi morto com um golpe de faca no pescoço, no bairro Vila Jackson Lago, em Imperatriz. Segundo a polícia, o casal foi encontrado em uma área de mato, no bairro Vila Zenira.

Ainda de acordo com a polícia, a localização do casal ocorreu por meio do rastreamento da tornozeleira eletrônica do autor da facada, que já tem passagens pelo sistema prisional e estava em liberdade condicional.

A mulher foi presa por coautoria no crime. Ela e o marido foram apresentados no Plantão Central de Imperatriz. A polícia não divulgou detalhes sobre a motivação do crime, apenas que o crime ocorreu após uma discussão iniciada pelo casal depois que a mulher disse ao marido que os homens haviam “dado em cima” dela.

Homicídio na Vila Vitória:

Vítima do homicídio na Vila Vitória
Vítima do homicídio na Vila Vitória

Foi identificado como Gerson Silva, a vítima do homicídio em um bar no bairro Vila Vitória, na noite de ontem (24), em Imperatriz. Câmeras de seguranças registraram o momento em que uma dupla armada invadiu o bar e atirou contra a vítima que morreu no local.

Outro homem que estava no bar também foi atingido pelos disparos. Ele foi encaminhado para o Hospital Municipal de Imperatriz em estado grave.

Mais um crime:

Um terceiro assassinato aconteceu nesse fim de semana em Imperatriz. O caso foi no bairro Mercadinho e o homem foi morto a tiros.

As investigações sobre o crime já foram iniciadas, mas ninguém foi preso até o momento e a motivação do crime também não foi informada até o momento.

Homem é condenado a 24 anos e 9 meses de prisão por feminicídio em João Lisboa

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Na imagem, o réu condenado e a vítima do crime
Na imagem, o réu condenado e a vítima do crime

Samuel de Sousa Santos, de 28 anos, foi condenado a 24 anos e 9 meses de prisão pelo feminicídio de Patrícia Medrado, a ex-mulher dele. Patrícia foi morta a golpes de um pedaço de ferro. De acordo com a denúncia, Samuel entrou na casa após fazer uma cópia da chave e matou a vítima enquanto ela dormia.

O crime foi em julho deste ano. O julgamento terminou no começo da noite de hoje (06), no fórum de João Lisboa, e mobilizou a comunidade da cidade na cobrança por justiça. 

Familiares e amigos da vítima fizeram faixas e cartazes e colocaram na frente do fórum da cidade. Eles também estamparam frases de combate à violência contra a mulher e ao feminicídio.

A morte de Patrícia Medrado foi uma das mais cruéis já registradas na cidade de João Lisboa. De acordo com a denúncia do Ministério Público, Samuel matou a ex-mulher a golpes de ferro, depois saiu da casa, comprou cerveja e voltou.

A denúncia detalha que ele ficou ficou por mais de quatro horas ao lado do corpo bebendo e usando cocaína. Ele ainda escreveu nas paredes da casa, onde o crime aconteceu, pedidos de desculpas ao filho do casal e frases contra a vítima.

Também foi o próprio assassino que mandou mensagens para familiares contando sobre o crime que ele havia cometido contra a ex-mulher. De acordo com o MP, Samuel cometeu o crime porque não aceitava o fim do relacionamento.

 

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