Polícia Civil segue investigando origem de 192kg de drogas apreendidas em Imperatriz

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 192,5 kg de skunk, droga também conhecida como supermaconha, na carga de um caminhão, na BR-010, em Imperatriz. Agora, o trabalho de investigação segue sendo liderado pela Polícia Civil.

De acordo com a PRF, durante a abordagem, o motorista disse que a carga se tratava de uma mudança de Belém para Goiânia. Ao fazer uma verificação detalhada no veículo, os agentes encontraram 180 tabletes de skunk.

As drogas foram encaminhadas para a Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DENARC) de Imperatriz. O motorista foi conduzido para a 10ª Delegacia de Polícia Civil de Imperatriz por tráfico de drogas.

O skunk é produzido em laboratório por meio de cruzamentos de tipos diferentes de maconha. A droga possui os mesmos efeitos da maconha, porém eles podem ser até sete vezes mais intensos, por isso a droga é também conhecida como super maconha.

Homem é condenado a 14 anos de prisão por homicídio em Imperatriz

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A Justiça condenou nesta segunda-feira (26), em Imperatriz, um homem identificado como André Bento Arruda a 14 anos e três meses de prisão por matar a tiros Izaías Baruk Alves Gomes, em julho de 2017.

O Júri Popular acolheu a denúncia do Ministério Público (MP), de homicídio duplamente qualificado, porque o crime ocorreu por motivo torpe e de forma que dificultou a defesa da vítima.

André ainda estava sendo julgado por corrupção de menores pois, segundo o MP, ele cometeu o assassinato na companhia de dois adolescentes e também forneceu drogas a eles. Porém, André foi absolvido do crime pelo Júri.

Um dos adolescentes já havia sido condenado, e o outro morreu assassinado antes de ir a julgamento. Izaias teve a casa invadida e foi morto a tiros na frente de várias pessoas, incluindo um recém-nascido.

Mais um motorista de aplicativo é vítima de assalto em Imperatriz

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Dois criminosos armados renderam um motorista de aplicativo durante uma corrida no bairro Jardim Oriental, em Imperatriz, na tarde desta terça-feira (19). De acordo com informações da vítima à polícia, os assaltantes solicitaram a viagem por meio de uma conta registrada no nome de uma mulher.

Ao chegar ao local combinado, o motorista recebeu uma mensagem informando que a viagem seria feita pelo suposto marido da passageira. Na ocasião, dois homens surgiram e anunciaram o assalto, após um deles dizer o nome da mulher cadastrada no aplicativo.

A dupla deixou o motorista e fugiu com o carro da vítima. O homem conseguiu rastrear e bloquear o veículo, que parou de funcionar e foi abandonado pelos assaltantes no bairro Parque Imperial. Até o momento, ninguém foi preso, mas o caso será investigado.

Esse é o segundo assalto a motorista de aplicativo em três dias, em Imperatriz. O último caso tinha sido no domingo (17), quando um motorista foi assaltado, colocado no porta-malas do próprio carro e os bandidos seguiram pela ruas da cidade.

Quando os bandidos chegaram com o carro no bairro Boca da Mata, foram surpreendidos por outros criminosos e houve troca de tiros. Um dos assaltantes do carro do motorista de aplicativo foi baleado e morreu. Durante todo o tiroteio o motorista de app estava preso no porta-malas, até que foi resgatado pela PM.

PM é julgado em Imperatriz por assassinato de cinegrafista no ano de 2014

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PM está sendo julgado 10 anos após o crime
PM está sendo julgado 10 anos após o crime

Ocorre nesta quarta-feira (24), no Fórum Henrique de La Rocque Almeida, o julgamento do PM Jean Claudio dos Reis, acusado de matar a tiros o cinegrafista José de Ribamar Carvalho Filho, em Imperatriz.

Carvalho, a vítima, era cinegrafista e trabalhava principalmente em programas policiais
Carvalho, a vítima, era cinegrafista e trabalhava principalmente em programas policiais

O crime aconteceu em novembro de 2014, após o PM o abordar em um bar, na Rua Monte Castelo, no Centro, e disparar cinco tiros contra ele. O bar ficava perto da casa dos pais do cinegrafista e, segundo a denúncia, após matar o homem, o PM ainda atirou contra a casa dos pais dele.

Na época do crime, Jean confessou, em depoimento, que havia usado drogas na noite do ocorrido e que não se lembrava de ter matado o cinegrafista. Além disso, durante as investigações, foi constatado que horas depois de matar José Ribamar, Jean também havia matado um outro homem no bairro Bacuri.

O PM foi preso na época do crime, mas depois solto em 2015, por ter sido considerado não haver provas suficientes que o condenasse, além de controvérsias relacionadas às investigações do crime.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o PM cometeu o crime por vingança, isso porque ele havia sido denunciado pelo cinegrafista por agressão a dois sobrinhos da vítima dias antes do assassinato.

Mais uma indígena é vítima de feminicídio no Maranhão

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Mais uma mulher indígena foi assassinada no Maranhão. Dessa vez o crime aconteceu no município de Santa Inês e a vítima foi identificada como Mikaelane Silva Guajajara, de 23 anos. Ela foi encontrada morta em um dormitório. A polícia foi acionada até o local após vizinhos relatarem barulhos de confusão e de tiros.

O principal suspeito de ter atirado em Mikaelane é o companheiro dela, que também foi encontrado morto no local. Ele foi identificado como João Paulo Paixão, de 27 anos. A vítima era moradora da terra indígena Pindaré, localizada na zona rural do município de Bom Jardim.

Ela foi a quarta indígena assassinada no Maranhão nas últimas semanas. Nessa quarta-feira (04), outra indígena havia sido morta pelo marido na cidade de Amarante.

A Polícia Militar confirmou a identidade de Izane de Almeida Santos, como sendo o homem acusado de matar a esposa, Lícia Oliveira Guajajara, na cidade de Amarante do Maranhão, distante cerca de 111 km de Imperatriz. De acordo com informações da PM, a vítima foi assassinada a facadas pelo marido durante uma discussão.

O corpo de Lícia foi encontrado pelo filho pequeno do casal, que avisou uma guarnição que passava pelo local. A polícia está fazendo rondas pela região para tentar localizar Izane de Almeida, que está foragido.

Além desse caso, a polícia investiga ainda a morte de Iolete Krikati, assassinada a facada em Montes Altos. O corpo ficou desaparecido e só foi encontrado no último fim de semana, 12 dias após o crime. Ninguém foi preso até o momento a polícia ainda não informou sobre suspeitas de motivação do crime.

Outra indígena morta foi Joanilde Guajajara. Assino foi o marido, que foi preso pela polícia dois dias após o crime e continua na cadeia. O caso aconteceu em Amarante em agosto. Essa é a segunda vez que o homem é preso por feminicídio. Em 2021 ele assassinou a namorada, mas ganhou o direito de responder em liberdade pelo crime.

Ministério Público promove reunião para discutir segurança em Imperatriz

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Promotores que organizaram a reunião realizada nesta terça (30)
Promotores que organizaram a reunião realizada nesta terça (30)

Ocorre na manhã de hoje (30), em Imperatriz, uma reunião que foi organizada pelo Ministério Público do Maranhão para discutir a segurança pública na cidade. Além dos promotores, também participam representantes da Polícia Civil e da Polícia Militar. A reunião tem ainda a presença de outras autoridades.

A reunião foi provocada pelo Ministério Público por meio do trabalho dos promotores de justiça, Jadilson Cirqueira, da promotoria do Meio Ambiente, e do Promotor Criminal, Carlos Róstão e ainda do Juiz Paulo Vital Souto, que representou os entes da justiça na reunião.

O momento foi organizado para discutir e cobrar rigor e compromisso de todas as instituições envolvidas em atendimentos e investigações a crimes de menor potencial ofensivo, como maus tratos a animais, crimes ambientais e perturbação do sossego público.

De acordo com o MP, os números de processos que chegam à instituição são muito pequenos, em relação a realidade da cidade. Por isso, o Ministério Público busca que a instituições tenham ainda mais atenção às apurações sobre os casos.

OUTROS TIPOS DE CRIMES EM IMPERATRIZ:

Janeiro está sendo um mês violento com 13 homicídios até o momento e vários casos de tentativas de assassinato. A comunidade cobra rigor nas investigações e prisão dos envolvidos.

Um dos casos de maior repercussão foi a morte do menino Ruan Sousa, de 15 anos de idade, que foi assassinado na terça-feira da semana passada (23), no momento em que saia de casa para jogar futebol com os amigos.

Na tarde de ontem (29) a comunidade do Parque Alvorada II, onde o crime aconteceu, fez uma manifestação cobrando justiça. Ruan não tinha envolvimento com ações criminosas, era jogador em uma escolinha de futebol de Imperatriz e ajudava o pai em uma horta e na feira.

O clamor foi tão grande que até a escola onde ele estudava, Escola Municipal Madalena de Canossa, fez homenagens ao menino que era considerado um ótimo aluno. A motivação do crime ainda não foi divulgada e ninguém foi preso.

Além desse caso, outra morte de grande repercussão foi do Policial Militar, Allas Madeira. Ele foi sequestrado e baleado. Os dois sequestradores morreram em confronto com a polícia e, na troca de tiros, o PM também foi atingido e morreu um dia depois.

Esse caso segue sendo investigado pela Polícia Civil e também foi aberta uma sindicância interna para apurar a conduta dos policiais que estavam na operação de resgate do PM vítima de sequestro e que acabou sendo baleado na troca de tiros com os bandidos.

Bandidos morrem em confronto com a polícia no Maranhão

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Produtos apreendidos durante a operação
Produtos apreendidos durante a operação

Dois homens morreram em confronto com a polícia, na tarde dessa terça-feira (19), na cidade de Itinga do Maranhão, cerca de 620 km de São Luís.

Segundo a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), os dois homens mortos seriam integrantes de uma facção criminosa e suspeitos de tentativa de homicídio, homicídios, tráfico de drogas e assaltos.

Um dos suspeitos alvejados também era apontado como autor do roubo a uma loja de celulares no município de Dom Eliseu, no Pará, no dia 15 de dezembro, de onde foram roubados vários aparelhos de valores elevados.

Após o crime, a Polícia Civil do Pará iniciou as investigações e conseguiu identificar e localizar um dos suspeitos do assalto, que é adolescente e foi apreendido pelas forças de segurança ainda em Dom Eliseu.

Já o outro suspeito de participação no crime foi localizado nessa terça-feira, durante uma força-tarefa intitulada de “Operação Narcos”, realizada pelas polícias Civil e Militar do Maranhão e Pará.

Os policiais descobriram que o segundo envolvido diretamente no assalto, além de um comparsa dele, estaria escondido em uma casa no bairro Vila Samuel, em Itinga do Maranhão, vendendo drogas e com várias armas, além de parte dos produtos do roubo.

As equipes da Polícia Civil das cidades de Itinga do Maranhão e Açailândia, com apoio de policiais civis da Delegacia de Polícia de Dom Eliseu e policiais militares do 51º Batalhão de Polícia Militar do Pará, foram até o endereço.

De acordo com a Polícia Civil do Maranhão, ao perceberem a presença da polícia, os dois suspeitos fugiram do local pulando muros de casas. Um dos investigados se escondeu em um imóvel e, fazendo uso de uma pistola, disparou contra os policiais, que revidaram e balearam o suspeito.

Em outro imóvel, o segundo investigado, que havia participado diretamente do assalto em Dom Eliseu, utilizando de um revólver, também atirou contra os policiais, que revidaram e o atingiram com tiros.

Os dois suspeitos feridos foram socorridos e levados a uma unidade de saúde de Itinga, onde acabaram morrendo.

Na casa onde dupla estava escondida, os policiais encontraram: 16 cartuchos de calibre .12 intactos; uma porção de crack; uma porção de cocaína; e 46 porções de maconha, além de material usado para preparação da droga e dinheiro.

A Polícia Civil também verificou que o primeiro alvo possuía um mandado de prisão em aberto, pois ele havia sido preso por tráfico de drogas e, após ser beneficiado com Saída Temporária, não retornou ao presídio.

Já o segundo alvo, respondia na Comarca de Itinga do Maranhão a dois processos, um por homicídio e outro por porte ilegal de arma de fogo.

Além disso, as investigações apontam que o segundo alvo seria responsável pela morte de diversos integrantes de facção, exercendo a função de “disciplina” da organização criminosa.

O homem também teria participado diretamente de uma tentativa de homicídio contra um comerciante na cidade de Dom Eliseu, no dia 25 de novembro deste ano. Ele também era investigado pela Delegacia de Itinga do Maranhão por homicídios e tentativas de homicídios ocorridos neste ano.

Servidor do Ministério Público é investigado em operação do Gaeco na região

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Na manhã desta quarta-feira, 31, o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) deflagrou a Operação Proditor, para cumprimento de três mandados de busca e apreensão, emitidos pelo Juízo da Comarca de Itinga do Maranhão sob a respondência do juiz Bruno Ramos Mendes, em face de um servidor do quadro do Ministério Público – lotado em São Pedro da Água Branca, mas respondendo como assessor em Itinga – e dois particulares, investigados pela prática de crimes de corrupção, exploração de prestígio e outros.

O Gaeco finalizou o cumprimento dos mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, nos municípios de São Pedro da Água Branca/MA, Itinga do Maranhão/MA e Dom Eliseu/PA, resultando na apreensão de dispositivos eletrônicos – celulares, HDs e computadores – documentos e comprovantes bancários que serão objeto de análise.

Ainda, por autorização do procurador-geral de justiça, foram recolhidos computadores da Promotoria de Justiça de São Pedro da Água Branca, que serão periciados.

Segundo apurado até o momento, o servidor do Ministério Público investigado, lotado na Promotoria de Justiça de São Pedro da Água Branca, exerceu temporariamente a função de Assessor na unidade ministerial de Itinga do Maranhão, onde, em concurso com outros investigados, solicitava vantagem financeira de pessoas a pretexto de influenciar em processos de interesse destas.

Outros elementos apontam que condutas semelhantes foram praticadas pelo técnico ministerial na Promotoria de São Pedro da Água Branca.

A fim de dar efetividade à medida cautelar de suspensão da função pública, foi determinada a suspensão de acesso do investigado a todos os sistemas do Ministério Público.

Além das providências em âmbito criminal, a Subprocuradoria de Justiça para Assuntos Administrativos do MPMA também foi comunicada sobre os fatos para apuração disciplinar da conduta do mencionado servidor.

INVESTIGAÇÃO

A investigação teve início após denúncias de que os investigados solicitavam vantagem financeira para praticar, deixar de praticar ou retardar atos de ofício de competência do Ministério Público sob a influência do servidor ministerial.

O nome da operação, Proditor, vem do latim e significa “traidor”, em alusão à conduta do agente público que se vale das funções que exerce na  instituição que integra, na condição de servidor concursado, para a prática de crimes em prejuízo da sociedade, da Administração Pública e dos princípios que a norteiam, especialmente, legalidade, impessoalidade e moralidade.

Redação: CCOM-MPMA

Polícia Militar apreendeu mais de 17kg de drogas na Vila Redenção

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A Polícia Militar apreendeu, por meio do Batalhão da Motopatrulhamento, na noite desta terça-feira (27), aproximadamente 17,5 kg de maconha escondidos em uma mala, no bairro Vila Redenção, em Imperatriz. De acordo com a PM, a droga estava dividida em 19 tabletes e, possivelmente, seria vendida na cidade e em regiões próximas.

No local, a polícia também apreendeu uma motocicleta que havia sido tomada de assalto no dia 10 de fevereiro e duas balanças de precisão. A moto foi levada para o plantão central de Imperatriz, na rua Sousa Lima, no Centro, para que seja devolvida ao proprietário.

Os criminosos conseguiram fugir por um buraco no muro para uma região de mata, assim que viram a chegada da polícia. Agora, a Polícia Civil iniciou uma investigação para tentar chegar aos criminosos.

Com a continuidade das investigações, a Polícia Civil também busca saber de onde a droga foi traficada inicialmente, antes de chegar a casa, usada como ponto de venda, na Vila redenção.

 

Homem tenta enganar policiais enquanto registrava ocorrência e acaba preso em Itinga – MA

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Um homem, de 31 anos, foi preso pela Polícia Civil na cidade de Itinga do Maranhão, a 125 km de Imperatriz, por falsa comunicação de crime, com o objetivo de receber benefício de uma seguradora de veículos. Segundo a Polícia Civil, o homem se dirigiu até a Delegacia de Itinga do Maranhão, onde registrou um boletim de ocorrência comunicando que seu automóvel havia sido roubado na noite anterior, na BR-010, nas proximidades do Povoado Cajuapara, em Itinga.

Um dia após dar queixa do suposto roubo, o homem foi intimado para prestar declarações sobre o crime e, durante o relato, os policiais civis verificaram várias divergências nas informações dadas pela suposta vítima. Diante disso, os policiais civis entraram em contato com policiais militares e rodoviários federais, para saberem se foram comunicados acerca do suposto roubo, mas os mesmos informaram que não.

Após a rápida investigação, os policiais civis descobriram que homem, na verdade, havia se envolvido em um acidente de trânsito e que seu veículo estava sem seguro.

Ainda de acordo com a apuração, após regularizar o seguro, o homem inventou a história do roubo e registrou o boletim de ocorrência, para ser ressarcido pela seguradora. O homem acabou confessou o crime e contra ele foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por falsa comunicação de crime.

A Polícia Civil destaca que, em menos de um ano, este é o segundo caso na Delegacia de Polícia de Itinga do Maranhão, em que pessoas comunicam falsamente o roubo de veículos e acabam respondendo pela falsa comunicação, com pena de detenção, de um a seis meses, ou multa.

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